Cortejo Afro celebra a diversidade e reforça o mês da consciência negra na Rua Aberta


Desfile reuniu grupos tradicionais, música, dança e ancestralidade na orla de Maceió e segue com programação cultural até quarta-feira (19)

A Prefeitura de Maceió, por meio da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC), realizou nesse domingo(16) o Cortejo Afro na Rua Aberta, reunindo grupos tradicionais, batuques, cores e manifestações que exaltam a força da cultura negra. A ação integra o calendário oficial do mês da Consciência Negra e movimentou maceioenses e turistas ao longo da orla com apresentações vibrantes e cheias de ancestralidade.

O cortejo percorreu a avenida contou com a participação do Maracatu Baque Alagoano, Coletivo Afro Caeté, Inaê, Banda Afro Mandela, Batuque Yá e Banda Afro Afoxé. Vestimentas coloridas, estandartes, danças e tambores compuseram um encontro marcado pela celebração da identidade afro-brasileira e pelo fortalecimento da memória coletiva.

Participantes em trajes tradicionais reforçam a beleza e a força da cultura afro-brasileira durante o desfile. Foto: Beto Macário/Secom Maceió
Participantes em trajes tradicionais reforçam a beleza e a força da cultura afro-brasileira durante o desfile. Foto: Beto Macário/Secom Maceió

Para o presidente da FMAC, Myriel Neto, o evento reafirma o compromisso da gestão com políticas culturais que valorizam e promovem as tradições afrodescendentes.


“A Prefeitura de Maceió tem investido para que esses grupos tenham visibilidade, apoio e espaço, especialmente no mês em que honramos nossa ancestralidade. É um orgulho ver a orla tomada por manifestações que contam nossa história e fortalecem nossa cultura”, destacou.

A programação alusiva ao Mês da Consciência Negra continua ao longo da semana. Até terça-feira(18), a Feirinha da Pajuçara recebe apresentações culturais a partir das 19h, reunindo música, dança e expressões artísticas que exaltam a herança afro-brasileira. Já na quarta-feira(19), o público poderá prestigiar o Festival Saurê Palmares, que será realizado no estacionamento do Mercado 31, reafirmando a importância da luta, da memória e da celebração da negritude em Maceió.

Fonte: Ascom FMAC

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