Professores do Cenarte inspiram gerações e transformam talento em legado cultural em Alagoas


Com dedicação e sensibilidade, docentes do Centro de Belas Artes de Alagoas formam artistas, inspiram sonhos e fortalecem a identidade cultural do estado

No coração da cultura alagoana, o Centro de Belas Artes de Alagoas (Cenarte) é um território de criação, aprendizado e descoberta. Ali, a sala de aula se transforma em palco, cada instrumento em voz, cada gesto em poesia. O Cenarte vai além de uma escola, é um espaço de transformação, onde mestres e aprendizes compartilham não apenas técnicas, mas vida, emoção e arte.

Para quem ensina, estar lá é reencontrar constantemente o sentido do ofício. “Ser professor aqui é participar de algo maior, é ver o brilho nos olhos de quem descobre a própria voz, o próprio corpo, o próprio ritmo. É formar artistas e, ao mesmo tempo, ser formado por eles”, afirma Edu Passos, professor de expressão corporal.

Cada gesto, cada aula e cada ensaio reforçam a certeza de que o conhecimento se multiplica quando há entrega e amor pelo que se faz. “Os professores do Cenarte não ensinam apenas técnica. Eles nos fazem acreditar em nós mesmos. Aqui, cada aula é um convite a sonhar e a criar”, compartilha a aluna Maria das Graças Lima.

 

Essa intensa troca entre mestres e alunos é o que dá força à instituição. “O Cenarte é uma extensão da minha alma. É onde aprendo, ensino e me reinvento todos os dias”, diz Jâmerson Santos, professor de violino.

 

Para Socorro Lamenha, professora de História da Arte e Estética Contemporânea, cada aula é motivo de alegria e realização.  “Profissionalmente falando, o lugar mais feliz do mundo para mim é a sala de aula. Compartilhar com os alunos um pouco das coisas maravilhosas que a vida nos oferece é um privilégio”, disse.

 

Os alunos também percebem e vivenciam esse impacto. Sérgio Rodrigues, estudante de desenho, destaca a inspiração recebida. “Os professores do Cenarte são reis. Eles acreditam em nós, mesmo quando a gente duvida. Foi aqui que encontrei o traço, a linha certa, e hoje consigo desenhar”, destacou.

Com docentes que inspiram, desafiam e apoiam, o Cenarte reafirma sua posição como referência em formação artística e cultural em Alagoas, formando não apenas artistas, mas pessoas capazes de transformar sua própria história e levar a arte a novos patamares.

 

Para o secretário de Estado da Cultura e Economia Criativa em exercício, Milton Muniz, o papel dos professores é fundamental na construção de uma sociedade mais sensível e consciente.

 

“Ser professor de arte é inspirar, é fazer o aluno acreditar em seu próprio potencial criativo. Cada um desses mestres representa a força transformadora da educação cultural em Alagoas”, disse o gestor.

 

A coordenadora da Escola, Ziza Vilhena, reforça a relevância da atuação dos professores na formação cultural do estado. “O Cenarte é um espaço vivo, feito por pessoas que acreditam na arte como caminho de autoconhecimento e transformação. Nossos professores são o coração dessa missão”, destaca.

 

No Cenarte, cada disciplina é uma experiência sensível e formadora. Fátima Nascimento, que conduz as aulas de teclado, inspira seus alunos a descobrirem a musicalidade em cada toque. Edu Passos, professor de expressão corporal, desperta a consciência do corpo e a liberdade do movimento como linguagem artística.

 

Oséias Parente, responsável pelo ensino dos instrumentos de sopro e da teoria musical, compartilha conhecimento técnico e paixão pela música. Jamerson de Melo, professor de violino, traduz a harmonia e a sensibilidade do instrumento em aprendizado e emoção. Rafaela Lima, professora de canto e teoria musical, conduz os alunos pelo universo da voz, estimulando técnica, expressão e sensibilidade.

Rosa Sousa, professora de balé clássico, forma gerações de bailarinos com disciplina, elegância e amor pela dança. Já Salles Tenório, professor de desenho, incentiva o olhar criativo e o domínio da forma, enquanto Socorro Lamenha, à frente das disciplinas de História da Arte Ocidental e Estética Contemporânea, conduz os alunos por uma jornada de reflexão e entendimento sobre o papel da arte na sociedade.

 

Manu Preta, com seu pandeiro cadenciado e harmônico faz o ritmo na medida certa e com muito prazer. Wellington Pinheiro nos seus dedilhados famosos e com suas mãos ágeis transforma a música em sons de todas as horas e momentos levando seus alunos a aprendizado técnico e completo. Fora os outros professores, que já passaram por aqui e deixaram um pouquinho do seu amor,

 

Cada mestre deixa sua marca, cada aluno leva consigo o eco dessa dedicação. É assim que o Centro de Belas Artes de Alagoas constrói sua relevância, se consolidando como espaço de excelência na formação artística e cultural de Alagoas.

Fonte: Agência Alagoas

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