Dentro dos comportamentos, adotados antes e depois do vírus, analisamos situações estranhas e até absurdas.
O vírus mexeu com a cabeça das pessoas; E elas surgem com atitudes estranhas e até incompreensíveis.
Em um consultório médico, ouvi uma senhora, falar desesperada; meu filho estar com TÉRIA.
Calada , indaguei a médica , quando chegou a minha vez. A Dra. Ana, vou chama-la assim me explicou. É uma tendência horrível que está surgindo entre jovens, e adultos , trocando em miúdos, TÉRIA, é a necessidade de se identificar como animais Achei estranho e outra vez indaguei a Dra. Nossa? Que necessidade é essa? E qual o motivo desta mudança?
E a médica calma me respondeu , o vírus bagunçou a cabeça de muita gente ,muito mais dos jovens e também adultos.
E nós, mães e médicos na temos atender corretamente sobre o assunto patologicamente abordado. Estamos sem estrutura médica. A guarde de psiquiatras ainda é pequeno ,para atender a jovens e também adultos . Expressar seu medo diante da morte, talvez eminente passou uma maneira torpe a se igualar aos , bichos ,acreditando, que os animais que os animais nunca pegariam vírus.
Conversando com um amigo, cuja área de atuação dentro da psicologia ,é comportamentos .
Ele me mostrou que são facetas do medo. Uma maneira errônea de proteção.
E eu, tola e ignorante nesta área vi, que existem mais perguntas e poucas respostas.
A dra. Ana dentro da linha de comportamento me mostrou que o egoísmo e a necessidade de autoafirmação fazem as pessoas cometer indelicadezas tudo por conta do medo. Embutido nas atitudes ou ilações particular.
Hoje somos reféns do medo dos outros e também dos nossos.
Nesta salada ,de tipos de medos, ressalto dentro da profissão , o medo dos colegas para não perderem espaços; sim pois hoje com a chegada dos blogues , o profissional da área de línguas e das letras , se ver obrigado a tentar perpétua seu espaço.
Os jornais físicos têm suas normas , seguir e respeitar é o melhor caminho.
Findo estas linhas , com uma tristeza enorme de ver que estas loucuras estão atingindo nossa classe e de maneira errônea; brigando por espaço. Não tenho essa neura.
O sol nasceu pra todos, e vamos fazer o bom uso dele.
Fonte de informação : profissionais de Psicologia, e Psiquiatria cujo nome infelizmente não posso declinar.
Segundo os profissionais consultados, este comportamento surge em qualquer âmbito profissional ou pessoal e ninguém está livre.
O cuidado deve estar além do que sou ou do sei.
Sempre de Olhos bem abertos para não fugirmos da regra antiga de boa convivência ou vizinhança .
“O outro é extensão de nós mesmos. O cuidado acima de tudo “.
Zodja Jambo
Jornalista
Historiadora
Gestora de Pessoas em R.H.

