Eita pai, que saudade!


Hoje, 13 de setembro, meu pai Nilton Oliveira, completaria 87 anos de vida, mas infelizmente o perdi em 1999, com apenas 59 anos, uma saudade que perdurará até meu último dia e esse amor é determinante e incondicional um sentimento de amor eterno que faz parte da história que tive com ele.

O “cara” era um pai da poxa, um jornalista de referência e que me inspirei ao longo desses anos de cnvívio e que me fez amar o Jornalismo e com isso, seguir os seus passos nas redações dos jornais e revistas em que estive com ele, aprendendo e assimilando sua inteligência que o fez se destacar por grande parte do Brasil, com suas criações de jornais e revistas por onde passou.

Como ser humano era uma pessoa admirável de bom coração e sempre se colocava no lugar do outro, estendendo as mãos, assim era “Niltinho”, um baixinho querido e admirado por sua inteligência e seu gestos de simplicidade, uma pessoa amiga e que aprendi muito com ele, se hoje, sou o que sou faz parte de seus ensinamentos de vida e exemplos positivos que consegui assimilar.

Neste 13 de setembro, a saudade bate de forma intensa, mas a dor da perda há 87 anos atrás, não se supera, mas essa dor Deus tratou de tratar com o passar do tempo, e aliviar a pressão no meu peito.

Hoje, comemoro só o seu aniversário, sem festa, sem bolo, nem parabéns, mas com aquele vontade eterna de poder vê-lo, abraçá-lo, beijá-lo e cantarmos aquela música que embalava os nossos encontros, “Naquela

Mesa” de Sérgio Bittencourt, e é por isso, que “hoje, 13 de setembro a saudade está doendo em mim”.

Mas Deus, sabe o que faz, parabéns, meu amado pai.

 

Everton Oliveira

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