
{"id":36105,"date":"2026-04-13T16:03:10","date_gmt":"2026-04-13T19:03:10","guid":{"rendered":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/?p=36105"},"modified":"2026-04-13T16:03:10","modified_gmt":"2026-04-13T19:03:10","slug":"brasil-lidera-mercado-mundial-de-cafe-e-busca-novas-estrategias-de-expansao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/brasil-lidera-mercado-mundial-de-cafe-e-busca-novas-estrategias-de-expansao\/","title":{"rendered":"Brasil lidera mercado mundial de caf\u00e9 e busca novas estrat\u00e9gias de expans\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><em>Pa\u00eds continua na lideran\u00e7a, superando adversidades recentes que atingem o mercado internacional. Em semin\u00e1rio, pesquisadores da Embrapa prop\u00f5es estrat\u00e9gias para consolidar posi\u00e7\u00e3o e ampliar ganhos<\/em><\/p>\n<p>Apesar de o Brasil manter uma posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a no mercado global de caf\u00e9, o cen\u00e1rio atual exige uma articula\u00e7\u00e3o maior entre pesquisa, produ\u00e7\u00e3o e pol\u00edticas p\u00fablicas. Esse foi o eixo central do debate \u201cMercado brasileiro do caf\u00e9: perspectivas, desafios e oportunidades\u201d, promovido pela Rede de Socioeconomia da Embrapa, na semana passada.<\/p>\n<p>No evento, moderado pelo chefe-geral da Embrapa Caf\u00e9, Rodolfo Osorio de Oliveira, a pesquisadora Rita de C\u00e1ssia Milagres Teixeira Vieira apresentou um estudo elaborado a partir da integra\u00e7\u00e3o de bases de dados nacionais e internacionais \u2014 como a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO), o sistema de estat\u00edsticas de com\u00e9rcio exterior do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (Comex\/MDIC) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) \u2014, combinando s\u00e9ries hist\u00f3ricas e dados atualizados para construir uma an\u00e1lise abrangente do mercado de caf\u00e9.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros apresentados por ela indicam que a produ\u00e7\u00e3o mundial de caf\u00e9 vem crescendo de forma consistente nas \u00faltimas d\u00e9cadas, passando de cerca de 8,5 milh\u00f5es para 11,6 milh\u00f5es de toneladas entre 2010 e 2024. No mesmo per\u00edodo, o consumo global acompanhou esse movimento, com alta de aproximadamente 44%, saindo de 8 milh\u00f5es para 11,7 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>O Brasil se mant\u00e9m como principal produtor mundial, com ampla vantagem sobre pa\u00edses como Vietn\u00e3, Indon\u00e9sia e Col\u00f4mbia. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento indicam produ\u00e7\u00e3o estimada em cerca de 66 milh\u00f5es de sacas em 2026. \u201cMas, apesar dessa lideran\u00e7a, a produtividade m\u00e9dia brasileira ainda \u00e9 inferior \u00e0 de alguns concorrentes. Enquanto a China registra rendimento de 3.744 kg por hectare e o Vietn\u00e3 ultrapassa os 3 mil kg\/ha, o Brasil apresenta m\u00e9dia de 1.752 kg\/ha\u201d, alertou Rita.<\/p>\n<p>Nesse sentido, o levantamento sugere que o aumento da produtividade no Brasil depende de uma combina\u00e7\u00e3o de fatores, como inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, adapta\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, sustentabilidade e melhor uso da informa\u00e7\u00e3o. Rita destacou, por exemplo, a necessidade de uma reconfigura\u00e7\u00e3o varietal, com maior aten\u00e7\u00e3o ao caf\u00e9 can\u00e9fora que, segundo ela, \u00e9 um material mais produtivo e mais resiliente \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, o que o torna estrat\u00e9gico para elevar o rendimento m\u00e9dio da cafeicultura brasileira.<\/p>\n<p>Rita assinalou, ainda, a incorpora\u00e7\u00e3o de intelig\u00eancia artificial, agricultura de precis\u00e3o e automa\u00e7\u00e3o como ferramentas capazes de melhorar o manejo, otimizar recursos e aumentar a produtividade das lavouras. A pesquisadora tamb\u00e9m enfatizou a import\u00e2ncia da rastreabilidade e do controle de qualidade, com apoio de tecnologias como blockchain. \u201cEmbora esse ponto esteja associado \u00e0s exig\u00eancias de mercado, ele tamb\u00e9m contribui para organizar a produ\u00e7\u00e3o e induzir melhorias nos sistemas produtivos\u201d, disse.<\/p>\n<p>Outro caminho destacado \u00e9 o avan\u00e7o em sistemas de produ\u00e7\u00e3o mais sustent\u00e1veis e de baixo impacto, incluindo o uso de bioinsumos. \u201cA ado\u00e7\u00e3o dessas pr\u00e1ticas est\u00e1 diretamente relacionada \u00e0 efici\u00eancia produtiva e \u00e0 adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s novas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e regulat\u00f3rias\u201d, explicou.<\/p>\n<p>A pesquisadora comentou sobre a necessidade de fortalecer a base anal\u00edtica do setor, com modelagem econ\u00f4mica e sistemas de apoio \u00e0 decis\u00e3o que ajudem produtores e formuladores de pol\u00edticas a escolher estrat\u00e9gias mais eficientes.<\/p>\n<h4><strong>Valor agregado<\/strong><\/h4>\n<p>O estudo da pesquisadora da Embrapa mostrou que o Brasil responde por parcela predominante do volume exportado entre os principais pa\u00edses produtores analisados. No entanto, a an\u00e1lise indicou diferen\u00e7as significativas quanto ao valor agregado ao produto, apontado como um dos principais gargalos estruturais do pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cSomos bons em commodities, mas n\u00e3o sabemos agregar valor\u201d, destacou Rita. De acordo com ela, enquanto o caf\u00e9 brasileiro \u00e9 exportado a cerca de US$ 1,58 por quilo, pa\u00edses europeus chegam a vender o produto por valores at\u00e9 22 vezes maiores. \u201cA Su\u00ed\u00e7a alcan\u00e7a valores de at\u00e9 US$ 34,60 por quilo\u201d, comentou.<\/p>\n<p>Para ela, existe um paradoxo entre volume exportado e captura de valor. Por isso, na opini\u00e3o da pesquisadora, o Brasil precisa migrar de um modelo baseado em quantidade para outro orientado \u00e0 diferencia\u00e7\u00e3o. A pesquisadora exemplificou como an\u00e1lises estrat\u00e9gicas podem alterar a trajet\u00f3ria do setor.<\/p>\n<p>Ao relembrar a expans\u00e3o do mercado de c\u00e1psulas, contou que o Brasil chegou a exportar caf\u00e9 em gr\u00e3o para importar c\u00e1psulas industrializadas. \u201cEu precisava exportar uma saca de caf\u00e9 em gr\u00e3o para importar 1 kg de c\u00e1psula\u201d, disse. A partir desse diagn\u00f3stico, pol\u00edticas p\u00fablicas ajudaram a atrair f\u00e1bricas para o pa\u00eds \u2014 movimento que transformou o Brasil em exportador desse produto.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da pesquisadora, \u00e9 preciso ampliar a participa\u00e7\u00e3o em segmentos como caf\u00e9 torrado, mo\u00eddo e sol\u00favel, al\u00e9m de desenvolver novos produtos derivados. \u201cJ\u00e1 avan\u00e7amos em alguns desses nichos, mas ainda h\u00e1 espa\u00e7o para expans\u00e3o, especialmente em mercados externos\u201d, completou.<\/p>\n<p>Essa diversifica\u00e7\u00e3o de destinos de exporta\u00e7\u00e3o para mercados emergentes, como China, Coreia do Sul e Turquia, \u00e9 vista pela pesquisadora como forma de reduzir a depend\u00eancia de mercados tradicionais e ampliar oportunidades para produtos de maior valor agregado.<\/p>\n<p>O com\u00e9rcio digital, com a venda direta ao consumidor internacional, \u00e9 outro nicho a ser explorado, segundo a pesquisadora. \u201cPlataformas de e-commerce permitem que produtores brasileiros alcancem compradores em outros pa\u00edses sem intermedi\u00e1rios, abrindo espa\u00e7o para maior valoriza\u00e7\u00e3o do produto\u201d, lembrou Rita, apontando a necessidade de investir em intelig\u00eancia de mercado e conhecimento do consumidor, incluindo estudos sobre prefer\u00eancias e tend\u00eancias em novos mercados.<\/p>\n<h4><strong>Cen\u00e1rio interno<\/strong><\/h4>\n<p>No cen\u00e1rio interno, o Brasil re\u00fane desde grandes \u00e1reas mecanizadas at\u00e9 pequenas propriedades com produ\u00e7\u00e3o mais intensiva em m\u00e3o de obra, o que confere complexidade \u00e0 an\u00e1lise do setor. O levantamento mostrou que a produ\u00e7\u00e3o brasileira permanece concentrada na regi\u00e3o Sudeste, respons\u00e1vel por 84,5% do total, com destaque para Minas Gerais, que responde por quase metade da produ\u00e7\u00e3o nacional. Esp\u00edrito Santo, S\u00e3o Paulo e Bahia aparecem na sequ\u00eancia, compondo o n\u00facleo da produ\u00e7\u00e3o, enquanto estados como Rond\u00f4nia ganham relev\u00e2ncia na produ\u00e7\u00e3o de can\u00e9fora, especialmente na regi\u00e3o Norte.<\/p>\n<p>Nesse aspecto, a an\u00e1lise evidenciou diferen\u00e7as entre os tipos de caf\u00e9 cultivados no pa\u00eds. O can\u00e9fora apresenta produtividade m\u00e9dia de 2.128 kg por hectare, superior ao ar\u00e1bica, que registra cerca de 1.399 kg\/ha. Al\u00e9m da produtividade, Rita chamou aten\u00e7\u00e3o para caracter\u00edsticas estruturais dessas culturas. \u201cO ar\u00e1bica, mais tradicional e amplamente cultivado em regi\u00f5es de maior altitude, ainda predomina na produ\u00e7\u00e3o nacional, enquanto o can\u00e9fora, mais adaptado a condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas, vem ganhando espa\u00e7o, especialmente em regi\u00f5es mais quentes\u201d, detalhou. Essa diferen\u00e7a, segundo a pesquisadora, tem implica\u00e7\u00f5es diretas na estrat\u00e9gia produtiva do pa\u00eds, sobretudo diante dos efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>O estudo destacou, ainda, o peso do caf\u00e9 na economia brasileira. Em 2025, o produto contribuiu com aproximadamente US$ 15 bilh\u00f5es para o super\u00e1vit da balan\u00e7a comercial do agro, que totalizou cerca de US$ 68 bilh\u00f5es, representando quase 22% desse resultado.<\/p>\n<h4><strong>Mercado internacional<\/strong><\/h4>\n<p>Ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o do estudo, o diretor executivo do Conselho dos Exportadores de Caf\u00e9 do Brasil, Marcos Matos, trouxe a vis\u00e3o do mercado internacional sobre o assunto. Ele contextualizou o setor em um ambiente de crescente instabilidade geopol\u00edtica e regulat\u00f3ria. \u201cEstamos vivendo um momento em que economia, seguran\u00e7a e geopol\u00edtica passaram a sentar no banco da frente\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Matos refor\u00e7ou que o Brasil mant\u00e9m posi\u00e7\u00e3o dominante \u2014 maior produtor, exportador e segundo maior consumidor \u2014, mas alertou para riscos operacionais e estrat\u00e9gicos. Entre eles, destacou os gargalos log\u00edsticos. Segundo ele, o pa\u00eds deixou de exportar o equivalente a US$ 2,6 bilh\u00f5es por limita\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias recentes.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m abordou o impacto de decis\u00f5es comerciais e geopol\u00edticas, como o chamado \u201ctarifa\u00e7o\u201d, que alterou fluxos internacionais e exigiu rearranjos nas cadeias de fornecimento. \u201cO pior preju\u00edzo \u00e9 n\u00e3o estar no blend\u201d, afirmou, referindo-se \u00e0 perda de espa\u00e7o do caf\u00e9 brasileiro em misturas globais. Para ele, recuperar esse espa\u00e7o \u00e9 dif\u00edcil e custoso.<\/p>\n<p>Apesar dos desafios, Matos disse que v\u00ea sinais positivos na demanda. Ele citou o aumento do consumo em mercados maduros, como a Alemanha, e a expans\u00e3o de novos polos consumidores. \u201cEstamos vendo movimenta\u00e7\u00f5es importantes que indicam crescimento do consumo, mesmo com press\u00e3o de pre\u00e7os\u201d, afirmou.<\/p>\n<h4><strong>Base institucional<\/strong><\/h4>\n<p>A terceira participa\u00e7\u00e3o foi do diretor do Departamento de An\u00e1lise Econ\u00f4mica e Pol\u00edticas Agropecu\u00e1rias da Secretaria de Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria, Silvio Farnese, que destacou a base institucional e tecnol\u00f3gica constru\u00edda ao longo de d\u00e9cadas. \u201cTemos hoje o melhor conhecimento tecnol\u00f3gico para produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 ar\u00e1bica e can\u00e9fora\u201d, comentou.<\/p>\n<p>Farnese enfatizou o papel do Minist\u00e9rio e do Funcaf\u00e9 no financiamento do setor e no apoio \u00e0 pesquisa. Segundo ele, nos \u00faltimos anos foram destinados mais de R$ 100 milh\u00f5es para pesquisa e capacita\u00e7\u00e3o, embora reconhe\u00e7a restri\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias recentes.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m destacou a relev\u00e2ncia das cooperativas na difus\u00e3o tecnol\u00f3gica, especialmente entre pequenos produtores. \u201cA ado\u00e7\u00e3o de tecnologia \u00e9 lenta, exige confian\u00e7a, mas as cooperativas t\u00eam conseguido avan\u00e7ar com consist\u00eancia\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Ao abordar desafios, Farnese mencionou fatores j\u00e1 apontados pelos demais participantes: clima, log\u00edstica, volatilidade de pre\u00e7os e exig\u00eancias ambientais. Mas acrescentou um ponto estrutural: a necessidade de capacitar produtores para gest\u00e3o de risco e uso de instrumentos financeiros. \u201cO produtor precisa entender o mercado, n\u00e3o apenas produzir\u201d, frisou.<\/p>\n<p>No campo das oportunidades, ele citou o crescimento do consumo de caf\u00e9s especiais, a digitaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, o uso de tecnologias como intelig\u00eancia artificial e blockchain, e a expans\u00e3o de mercados emergentes como vetores de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao fim do debate, Rita sintetizou o cen\u00e1rio afirmando que o Brasil tem \u201ca faca e o queijo na m\u00e3o\u201d no campo da sustentabilidade. \u201cO pa\u00eds j\u00e1 possui vantagens comparativas, mas precisa convert\u00ea-las em vantagem competitiva mensur\u00e1vel e comunic\u00e1vel\u201d, completou.<\/p>\n<p>Fonte: GOV.BR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pa\u00eds continua na lideran\u00e7a, superando adversidades recentes que atingem o mercado internacional. 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