
{"id":33093,"date":"2025-11-11T17:50:11","date_gmt":"2025-11-11T20:50:11","guid":{"rendered":"http:\/\/visaodealagoas.com.br\/home\/?p=33093"},"modified":"2025-11-18T12:18:35","modified_gmt":"2025-11-18T15:18:35","slug":"entenda-como-unidades-de-conservacao-contem-as-emissoes-o-desmatamento-e-protegem-a-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/entenda-como-unidades-de-conservacao-contem-as-emissoes-o-desmatamento-e-protegem-a-vida\/","title":{"rendered":"Entenda como unidades de conserva\u00e7\u00e3o cont\u00eam as emiss\u00f5es, o desmatamento e protegem a vida"},"content":{"rendered":"<p><em>ICMBio age na redu\u00e7\u00e3o do desmatamento, na adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 mudan\u00e7a do clima e soma esfor\u00e7os com as comunidades locais. Assim elas mant\u00eam seu sustento e a floresta em p\u00e9 e impulsionam uma das miss\u00f5es do Brasil na COP 30: reduzir as emiss\u00f5es<\/em><\/p>\n<p>&#8220;Dentro de uma unidade de conserva\u00e7\u00e3o, em tese, j\u00e1 nem devia ter desmatamento&#8221;, diz o presidente do ICMBio, Mauro Pires. Mas, infelizmente, ele pondera a Amaz\u00f4nia enfrentam problemas como grilagem, invas\u00f5es e outros crimes ambientais. &#8220;Portanto, a a\u00e7\u00e3o de fiscaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria para coibir esse\u00a0tipo de uso e, ao mesmo tempo, proteger recursos\u00a0naturais e fam\u00edlias.&#8221;<\/p>\n<p>O Instituto Chico Mendes para a\u00a0Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade, vinculado ao Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima, \u00e9 respons\u00e1vel por gerenciar 344 unidades de conserva\u00e7\u00e3o pa\u00eds adentro. Nessas \u00e1reas vivem mais de 50 mil fam\u00edlias, que vivem dos\u00a0recursos da floresta. &#8220;Ou seja, \u00e9 fundamental que essas fam\u00edlias tenham\u00a0condi\u00e7\u00f5es de vida&#8221;, diz Pires. \u00c9 desse modo que, se o Brasil alcan\u00e7ou a redu\u00e7\u00e3o de mais de 11% no desmatamento no Cerrado e na Amaz\u00f4nia, na unidades de conserva\u00e7\u00e3o essa redu\u00e7\u00e3o \u00e9 tr\u00eas vezes superior.<\/p>\n<p>Com isso, o instituto chega \u00e0 COP 30 com a disposi\u00e7\u00e3o de aprender muito com outras na\u00e7\u00f5es, mas tamb\u00e9m com expertise para ensinar muito. Uma qualifica\u00e7\u00e3o imprescind\u00edvel para a principal pauta desta Confer\u00eancia do Clima da ONU que movimenta Bel\u00e9m: reduzir as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, ajudar a conter o aquecimento global e promover a adapta\u00e7\u00e3o da humanidade ao cen\u00e1rio de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Tudo isso tendo a ainda no horizonte o aprendizado com o saber preservacionista dos povos ancestrais que vivem da floresta. E a miss\u00e3o de contribuir para que essas comunidades prossigam vivendo com mais dignidade de suas atividades, e com ainda mais conhecimento para ajudar a manter a floresta em p\u00e9. Saiba como essa miss\u00e3o \u00e9 conduzida nesta entrevista de Mauro Pires a Graziele Bezerra, do\u00a0<strong>Canal Gov<\/strong>.<\/p>\n<p class=\"callout\"><a href=\"https:\/\/canalgov.ebc.com.br\/programas\/estudio-cop-30-1\/251111141304_10-11-25-entrevista-cop30-mauro-pires-icmbio-11-20\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-linktype=\"external\" data-val=\"https:\/\/canalgov.ebc.com.br\/programas\/estudio-cop-30-1\/251111141304_10-11-25-entrevista-cop30-mauro-pires-icmbio-11-20\"><strong>Assista aqui \u00e0 entrevista<\/strong><\/a>. Ou leia os principais trechos a seguir<\/p>\n<hr \/>\n<h4>Acesse aqui a<strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/cop30.br\/pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-linktype=\"external\" data-val=\"https:\/\/cop30.br\/pt-br\">p\u00e1gina oficial da COP 30<\/a>\u00a0\u2022\u00a0<\/strong>E aqui a\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/agenciagov.ebc.com.br\/noticias\/cop30\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-linktype=\"internal\" data-val=\"087f055cfb9c4587b838b74006847c1a\">lista de not\u00edcias da COP 30 na Ag\u00eancia Gov<\/a><\/strong><\/h4>\n<hr \/>\n<p><strong>Presidente, o ICMBio, \u00e9 respons\u00e1vel por mais de\u00a0300 unidades de conserva\u00e7\u00e3o. Como essas unidades ajudam no\u00a0enfrentamento da crise clim\u00e1tica?<\/strong><\/p>\n<p>Olha, o Instituto Chico Mendes \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o\u00a0p\u00fablico vinculado ao Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, portanto faz parte da\u00a0estrutura do Governo Federal e \u00e9 respons\u00e1vel hoje por 344 unidades de\u00a0conserva\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o os parques, as reservas, as florestas.\u00a0Essas \u00e1reas s\u00e3o essenciais para evitar as emiss\u00f5es de gases de efeito\u00a0estufa, que \u00e9 o principal tema trazdio aqui para a Confer\u00eancia do Clima.\u00a0Ent\u00e3o, quanto mais \u00e1reas protegidas n\u00f3s tivermos, e mais intactas e \u00edntegras\u00a0estiverem essas \u00e1reas, significa menos emiss\u00f5es que o Brasil oferece para o\u00a0planeta.<\/p>\n<p>Portanto, o papel dessas \u00e1reas protegidas \u00e9, de um lado, conservar\u00a0propriamente a biodiversidade, mas n\u00e3o s\u00f3 a biodiversidade. Quer dizer, n\u00f3s temos a\u00a0\u00e1gua, temos os diferentes recursos naturais, mas tamb\u00e9m promover o uso\u00a0sustent\u00e1vel. As unidades de conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o uma \u00f3tima estrat\u00e9gia, portanto,\u00a0para fazer o enfrentamento da mudan\u00e7a do clima.<\/p>\n<p>De um lado, porque reduz as\u00a0emiss\u00f5es (de g\u00e1s carb\u00f4nico), como eu falei \u2013 lembrando que a vida \u00e9 feita de carbono e carbono \u00e9\u00a0um elemento qu\u00edmico que contribui para o aquecimento.<\/p>\n<blockquote><p>Portanto, quanto mais biomassa\u00a0n\u00f3s tivermos dentro das unidades de conserva\u00e7\u00e3o, mais protegidos estamos,\u00a0o planeta est\u00e1, porque (a vegeta\u00e7\u00e3o conservada) evita as emiss\u00f5es de g\u00e1s que contribuem para o\u00a0aquecimento.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>E, de outro lado, tamb\u00e9m ela \u00e9 uma \u00f3tima estrat\u00e9gia para fazer a\u00a0adapta\u00e7\u00e3o. Lembrando que, aqui na confer\u00eancia, n\u00f3s\u00a0trabalhamos nas duas frentes. Uma \u00e9 reduzir as emiss\u00f5es e, de outro lado,\u00a0trabalhar com adapta\u00e7\u00e3o, porque n\u00f3s j\u00e1 estamos enfrentando a mudan\u00e7a do\u00a0clima.<\/p>\n<p>N\u00f3s estamos j\u00e1 com v\u00e1rios eventos\u00a0clim\u00e1ticos, mostrando claramente que tem, de um lado, um aquecimento muito grande,\u00a0ali\u00e1s, os dois \u00faltimos anos foram os mais quentes do tempo\u00a0hist\u00f3rico. Assim, \u00e9 fundamental que a gente j\u00e1\u00a0comece a trabalhar com adapta\u00e7\u00e3o. Adapta\u00e7\u00e3o que leve em conta as\u00a0fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Muitas fam\u00edlias precisam do apoio, sobretudo aquelas que est\u00e3o em\u00a0\u00e1reas mais cr\u00edticas, mais vulner\u00e1veis. Por exemplo, nas beiras dos rios, que \u00e0s\u00a0vezes sofrem com enchente ou sofrem com a seca, como a gente observou aqui na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>O papel do Instituto Chico Mendes \u00e9 trabalhar com as\u00a0comunidades que est\u00e3o dentro dessas unidades de conserva\u00e7\u00e3o para garantir o\u00a0modo de vida delas e, ao mesmo tempo, garantir tamb\u00e9m a integridade da\u00a0biodiversidade e dos recursos naturais.\u00a0E n\u00f3s temos dados recentes que demonstram queda no desmatamento no\u00a0Brasil e, se a gente trouxesse esses dados para dentro das unidades de\u00a0conserva\u00e7\u00e3o, esses dados s\u00e3o ainda melhores.<\/p>\n<p><strong>Como \u00e9 que alcan\u00e7amos isso\u00a0dentro das unidades de conserva\u00e7\u00e3o?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 poucas semanas foi anunciada a redu\u00e7\u00e3o dos dados do\u00a0desmatamento na Amaz\u00f4nia e no Cerrado. Na Amaz\u00f4nia, de modo geral, foi uma\u00a0redu\u00e7\u00e3o de 11% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado e, dentro das unidades de\u00a0conserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, a redu\u00e7\u00e3o foi de 31%. E, quando a gente compara esses n\u00fameros com os de 2022, a redu\u00e7\u00e3o ainda foi maior.\u00a0Foi uma redu\u00e7\u00e3o de 74%.<\/p>\n<p>Fica evidente a efic\u00e1cia das a\u00e7\u00f5es de\u00a0fiscaliza\u00e7\u00e3o, e para isso a gente tem que enaltecer o trabalho dos agentes de\u00a0fiscaliza\u00e7\u00e3o do ICMBio, junto com as for\u00e7as de seguran\u00e7a. \u00c9 essencial para\u00a0fazer frente e evitar que as nossas matas, as nossas florestas sejam dizimadas.<\/p>\n<p>Dentro da unidade de conserva\u00e7\u00e3o, em tese, j\u00e1 nem devia ter desmatamento.\u00a0Mas, infelizmente, na Amaz\u00f4nia, n\u00f3s enfrentamos problemas de grilagem, de\u00a0invas\u00e3o e, portanto, a a\u00e7\u00e3o de fiscaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria para coibir esse\u00a0tipo de uso e, ao mesmo tempo, proteger recursos\u00a0naturais e fam\u00edlias. Lembrando que, na Amaz\u00f4nia, dentro das\u00a0unidades de conserva\u00e7\u00e3o, n\u00f3s temos mais ou menos 50 mil fam\u00edlias que vivem dos\u00a0recursos da floresta. Ou seja, \u00e9 fundamental que essas fam\u00edlias tenham\u00a0condi\u00e7\u00f5es de vida, e participa\u00e7\u00e3o social no processo. Sem participa\u00e7\u00e3o a gente n\u00e3o consegue fazer a gest\u00e3o da\u00a0forma mais adequada.<\/p>\n<p><strong>Como o ICMBio d\u00e1 suporte a essas comunidades para que\u00a0elas possam viver da floresta tamb\u00e9m, e ainda assim preservar?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>V\u00e1rias unidades de conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o criadas com a finalidade central de\u00a0garantir o meio de vida dessas fam\u00edlias.\u00a0Vou dar o exemplo das reservas extrativistas.\u00a0N\u00f3s temos 66 reservas extrativistas no Brasil, a maior parte na Amaz\u00f4nia,\u00a0e que s\u00e3o destinadas a\u00a0proteger o modo de vida dessas fam\u00edlias.<\/p>\n<p>S\u00e3o fam\u00edlias que dependem e realizam pequeno extrativismo, borracha, castanha, a\u00e7a\u00ed, por exemplo, alguma pequena agricultura, uma agricultura\u00a0familiar localizada.\u00a0Portanto, o papel do ICMBio \u00e9 dar apoio para que essas fam\u00edlias continuem\u00a0morando, continuem nos seus territ\u00f3rios, protegendo a pr\u00f3pria floresta e os\u00a0recursos naturais,\u00a0uma vez que o modo de vida dessas fam\u00edlias, quando a gente compara com as\u00a0grandes atividades econ\u00f4micas, tem um modo de vida que n\u00e3o tem o mesmo impacto.\u00a0Portanto, \u00e9 um tipo de vida harmonizado com o ambiente.<\/p>\n<p>Por isso, n\u00f3s apoiamos suas atividades produtivas,\u00a0desenvolvendo cadeias produtivas, uma delas a pr\u00f3pria castanha do Par\u00e1,\u00a0bastante conhecida, ou a seringa, a borracha, ou at\u00e9, no caso da\u00a0atividade de pesca, o manejo do pirarucu.<\/p>\n<blockquote><p>S\u00e3o atividades que contribuem\u00a0para a manuten\u00e7\u00e3o da floresta, garantem o modo de vida daquelas fam\u00edlias e a prote\u00e7\u00e3o, evitando as emiss\u00f5es, que \u00e9 o tema central da COP. O saber ancestral,\u00a0essas comunidades j\u00e1 t\u00eam. Mas tamb\u00e9m \u00e9 preciso um pouco de t\u00e9cnica para poder\u00a0extrair da natureza e mant\u00ea-la viva e em p\u00e9.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Exatamente, essas fam\u00edlias, essas popula\u00e7\u00f5es, t\u00eam um saber bastante j\u00e1 reconhecido, n\u00e9?<\/strong><\/p>\n<p>E o que n\u00f3s precisamos \u00e9 valorizar esse conhecimento, valorizar a forma como\u00a0eles se relacionam com a natureza, mas tamb\u00e9m agregar outros conhecimentos que\u00a0podem ajud\u00e1-los na sua pr\u00f3pria manuten\u00e7\u00e3o, no seu desenvolvimento.\u00a0Por isso que o papel do Instituto \u00e9 de aproximar, por exemplo, a assist\u00eancia\u00a0t\u00e9cnica, aproximar outros \u00f3rg\u00e3os que podem apoiar a atividade econ\u00f4mica ou\u00a0atividade social. E assim melhorar suas pr\u00f3prias condi\u00e7\u00f5es de vida, porque o\u00a0conhecimento ancestral \u00e9 extremamente valioso e est\u00e1 associado \u00e0 forma como\u00a0hoje n\u00f3s encontramos a pr\u00f3pria biodiversidade.<\/p>\n<p><strong>E o ICMBio est\u00e1 trazendo para a COP30 essa expertise, esse\u00a0conhecimento para trocar com outros pa\u00edses?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Exatamente, n\u00f3s estamos aqui na confer\u00eancia, primeiro, para apoiar o\u00a0pr\u00f3prio governo brasileiro, mostrando que \u00e9 poss\u00edvel, sim, reduzir as emiss\u00f5es.\u00a0N\u00f3s chegamos na confer\u00eancia j\u00e1 com uma redu\u00e7\u00e3o expl\u00edcita e bastante forte\u00a0em rela\u00e7\u00e3o ao desmatamento.\u00a0Ent\u00e3o o governo est\u00e1 fazendo a sua parte, o ICMBio, o pr\u00f3prio Ibama, que \u00e9 outro\u00a0\u00f3rg\u00e3o tamb\u00e9m de pol\u00edtica ambiental bastante presente.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o a gente traz essa experi\u00eancia e, ao mesmo tempo, n\u00f3s precisamos tamb\u00e9m\u00a0aprender com os outros pa\u00edses sobre como conciliar a conserva\u00e7\u00e3o, promovendo\u00a0o desenvolvimento, promovendo o uso sustent\u00e1vel.\u00a0De um lado, o Brasil tem algo a dizer, tem algo a oferecer como experi\u00eancia, mas\u00a0tamb\u00e9m temos muito que aprender.\u00a0Portanto, n\u00f3s estamos participando de v\u00e1rios debates, iremos realizar outros\u00a0debates e, assim, buscando esse interc\u00e2mbio para fortalecer a agenda do\u00a0desenvolvimento sustent\u00e1vel para as unidades de conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: GOV.BR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ICMBio age na redu\u00e7\u00e3o do desmatamento, na adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 mudan\u00e7a do clima e soma esfor\u00e7os com as comunidades locais. Assim elas mant\u00eam seu sustento e a floresta em p\u00e9 e impulsionam uma das miss\u00f5es do Brasil na COP 30: reduzir as emiss\u00f5es &#8220;Dentro de uma unidade de conserva\u00e7\u00e3o, em tese, j\u00e1 nem devia ter desmatamento&#8221;, &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":33094,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[41],"tags":[],"class_list":["post-33093","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-politica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33093","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33093"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33093\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33094"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33093"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33093"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33093"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}