
{"id":30870,"date":"2025-05-08T12:04:20","date_gmt":"2025-05-08T15:04:20","guid":{"rendered":"http:\/\/visaodealagoas.com.br\/home\/?p=30870"},"modified":"2025-05-08T12:04:20","modified_gmt":"2025-05-08T15:04:20","slug":"renda-per-capita-tem-aumento-recorde-de-47-e-desigualdades-caem-ao-menor-nivel-desde-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/renda-per-capita-tem-aumento-recorde-de-47-e-desigualdades-caem-ao-menor-nivel-desde-2012\/","title":{"rendered":"Renda per capita tem aumento recorde de 4,7% e desigualdades caem ao menor n\u00edvel desde 2012"},"content":{"rendered":"<p><em>Pnad Cont\u00ednua, divulgada nesta quinta pelo IBGE, mostra avan\u00e7os sociais registrados em 2024 a partir da renda do trabalho. A massa de rendimentos \u00e9 a maior da s\u00e9rie hist\u00f3rica: R$ 438 bilh\u00f5es<\/em><\/p>\n<p class=\"callout\">\u2022Em 2024, o rendimento mensal real domiciliar per capita chegou ao maior valor da s\u00e9rie hist\u00f3rica do m\u00f3dulo Rendimento de todas as fontes, da PNAD Cont\u00ednua, iniciada em 2012: R$ 2.020, com alta de 4,7% ante 2023. Em rela\u00e7\u00e3o a 2012 (R$ 1.696), ano inicial da s\u00e9rie hist\u00f3rica, a eleva\u00e7\u00e3o foi de 19,1%.<\/p>\n<p>\u2022A massa de rendimento mensal domiciliar per capita tamb\u00e9m atingiu o maior valor da s\u00e9rie em 2024: R$ 438,3 bilh\u00f5es. O aumento, em termos reais, foi de 5,4% ante 2023. Em rela\u00e7\u00e3o a 2019, \u00faltimo ano antes da pandemia de Covid-19, a alta foi de 15,0%.<\/p>\n<p>\u2022O rendimento de todas as fontes aumentou 2,9% frente a 2023, atingindo R$ 3.057 em 2024, recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Igualmente, outros indicadores atingiram seus maiores valores reais desde 2012: o rendimento habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 3.225) e o de programas sociais do governo (R$ 836).<\/p>\n<p>\u2022A participa\u00e7\u00e3o do rendimento do trabalho na composi\u00e7\u00e3o do rendimento domiciliar per capita cresceu de 74,2% para 74,9%, de 2023 para 2024. Apesar da alta, essa propor\u00e7\u00e3o ainda est\u00e1 abaixo da m\u00e1xima da s\u00e9rie (76,9%) atingida em 2014.<\/p>\n<p>\u2022A participa\u00e7\u00e3o dos programas sociais no rendimento domiciliar per capita variou de 3,7% para 3,8%, de 2023 a 2024, ficando bem abaixo do \u00e1pice da s\u00e9rie (5,9%), atingido em 2020, durante a pandemia.<\/p>\n<p>\u2022O 1% da popula\u00e7\u00e3o com maiores rendimentos recebia o equivalente a 36,2 vezes o rendimento dos 40% de menor renda. Esse tamb\u00e9m foi a menor raz\u00e3o da s\u00e9rie da PNAD cont\u00ednua. O auge desse indicador (48,9 vezes) foi atingido em 2019.<\/p>\n<p>\u2022O \u00edndice de Gini do rendimento mensal real domiciliar per capita chegou ao menor da s\u00e9rie hist\u00f3rica: 0,506. O Gini mais alto da s\u00e9rie (0,545) ocorreu em 2018. Esse indicador mede a concentra\u00e7\u00e3o de renda e varia de 0 (m\u00e1xima igualdade) a 1 (m\u00e1xima desigualdade).<\/p>\n<figure><figcaption>\u00a0<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em 2024, a massa de rendimento mensal domiciliar\u00a0<em>per capita\u00a0<\/em>, que \u00e9 a soma de todos os rendimentos da popula\u00e7\u00e3o, atingiu o maior valor desde 2012: R$ 438,3 bilh\u00f5es. Foi um aumento foi de 5,4% frente ao ano anterior. Na compara\u00e7\u00e3o com 2019, o ano anterior \u00e0 pandemia de Covid-19, houve uma alta de 15,0%. S\u00e3o informa\u00e7\u00f5es do m\u00f3dulo anual da A PNAD Cont\u00ednua sobre Rendimento de Todas as Fontes, divulgada hoje (8\/5) pelo IBGE.<\/p>\n<p>O rendimento mensal real domiciliar\u00a0<em>per capita\u00a0<\/em>tamb\u00e9m chegou ao maior valor da s\u00e9rie em 2024: R$ 2.020, com alta de 4,7% ante 2023. Em rela\u00e7\u00e3o a 2012 (R$ 1.696), ano inicial da s\u00e9rie hist\u00f3rica, a eleva\u00e7\u00e3o foi de 19,1%. O Nordeste apresentou o menor valor (R$ 1.319) e o Sul, o maior (R$ 2.499). Entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o, o Distrito Federal (R$ 3.276) liderava, com S\u00e3o Paulo (R$ 2.588) e Santa Catarina (R$ 2.544) a seguir. O menor valor foi do Maranh\u00e3o (R$ 1.078), seguido por Cear\u00e1 (R$ 1.210) e Amazonas (R$ 1.231).<\/p>\n<p>J\u00e1 o rendimento de todas as fontes, da popula\u00e7\u00e3o residente com rendimento, aumentou 2,9% frente a 2023, atingindo R$ 3.057 em 2024, recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Igualmente, outros indicadores atingiram seus maiores valores reais desde 2012: o rendimento habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 3.225) e o de programas sociais do governo (R$ 836).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciagov.ebc.com.br\/images\/agenciadenoticias\/estatisticas_sociais\/2025_05\/graficosPNADREND_rendimentomedio.png\" alt=\"\" \/><img decoding=\"async\" class=\"image-richtext image-inline\" title=\"renda_mensal.png\" src=\"https:\/\/agenciagov.ebc.com.br\/noticias\/202505\/renda_mensal.png\/@@images\/789bdb32-d788-43b1-8358-a4513633d242.png\" alt=\"renda_mensal.png\" data-linktype=\"image\" data-scale=\"large\" data-val=\"619d3e464d564aa39507c1fd3c910669\" \/><\/p>\n<p>Apesar das altas, as diferen\u00e7as regionais permaneceram bastante acentuadas: a Regi\u00e3o Sul registrou o maior valor (R$ 3 576), seguida pelas regi\u00f5es Centro-Oeste (R$ 3 569) e Sudeste (R$ 3 497), enquanto o menor foi verificado na Regi\u00e3o Nordeste (R$ 2 080). De 2023 para 2024, destaca-se o crescimento do rendimento de todas as fontes nas regi\u00f5es Sul (9,5%) e Nordeste (6,1%), enquanto a Regi\u00e3o Norte apresentou oscila\u00e7\u00e3o negativa de 1,0%.<\/p>\n<p class=\"callout\">Leia tamb\u00e9m:<br \/>\n\u2022\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciagov.ebc.com.br\/noticias\/202505\/brasil-sobe-cinco-posicoes-no-ranking-de-desenvolvimento-humano-da-onu-1\" data-linktype=\"internal\" data-val=\"935991db276b43fabfaab40ba992dcfd\">Brasil sobe cinco posi\u00e7\u00f5es no ranking de desenvolvimento humano da ONU<\/a><\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a 2019, a varia\u00e7\u00e3o mais acentuada foi observada na Regi\u00e3o Norte (11,6%), seguida pelas regi\u00f5es Sul (8,8%) e Centro-Oeste (8,7%). Na Regi\u00e3o Sudeste, por outro lado, com uma oscila\u00e7\u00e3o de apenas 0,1%, o valor m\u00e9dio do rendimento de todas as fontes praticamente n\u00e3o se alterou nesse intervalo de cinco anos.<\/p>\n<h4><strong>Popula\u00e7\u00e3o com rendimento tamb\u00e9m \u00e9 recorde em 2024<\/strong><\/h4>\n<p>Os patamares recordes dos principais tipos de rendimentos em 2024 est\u00e3o associados aos aumentos da popula\u00e7\u00e3o com rendimento (143,4 milh\u00f5es), da popula\u00e7\u00e3o com rendimento habitual do trabalho (101,9 milh\u00f5es) e da popula\u00e7\u00e3o recebendo aposentadoria e pens\u00e3o (29,2 milh\u00f5es). Esses tr\u00eas grupos est\u00e3o com seus maiores contingentes desde 2012, quando come\u00e7a a s\u00e9rie hist\u00f3rica da PNAD Cont\u00ednua.<\/p>\n<p>J\u00e1 a popula\u00e7\u00e3o que recebe benef\u00edcios provenientes de programas sociais do governo tamb\u00e9m cresceu, indo de 18,6 milh\u00f5es em 2023 para 20,1 milh\u00f5es em 2024. No entanto, apesar da alta, esse contingente de benefici\u00e1rios est\u00e1 longe do auge da s\u00e9rie (27,5 milh\u00f5es), atingido em 2020, durante a pandemia de Covid-19.<\/p>\n<h4><strong>Rendimento do trabalho continua com a maior participa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o do rendimento do trabalho na composi\u00e7\u00e3o do rendimento domiciliar\u00a0<em>per capita\u00a0<\/em>cresceu de 74,2% para 74,9%, de 2023 para 2024.\u00a0 Apesar da alta, essa propor\u00e7\u00e3o ainda est\u00e1 abaixo da m\u00e1xima da s\u00e9rie (76,9%) atingida em 2014.<\/p>\n<p>Segundo Gustavo Fontes, analista do IBGE, \u201cao longo da s\u00e9rie hist\u00f3rica da PNAD Cont\u00ednua, o rendimento do trabalho tem respondido por aproximadamente tr\u00eas quartos do rendimento domiciliar. Entre 2023 e 2024, a parcela do rendimento de todos os trabalhos no rendimento domiciliar teve uma pequena varia\u00e7\u00e3o positiva, o que reflete o dinamismo do mercado de trabalho no \u00faltimo ano, com a expans\u00e3o do rendimento m\u00e9dio do trabalho, da popula\u00e7\u00e3o ocupada e, consequentemente, da massa de rendimentos do trabalho, que atingiu o maior valor da s\u00e9rie hist\u00f3rica\u201d.<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o dos programas sociais no rendimento domiciliar\u00a0<em>per capita\u00a0<\/em>variou de 3,7% para 3,8%, de 2023 a 2024, ficando bem abaixo do \u00e1pice da s\u00e9rie (5,9%), atingido em 2020, durante a pandemia. No entanto, essa participa\u00e7\u00e3o ficou acima do per\u00edodo pr\u00e9-pandemia: em 2019 (1,7%). A propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios do pa\u00eds com algum benefici\u00e1rio do programa Bolsa-Fam\u00edlia chegou ao auge da s\u00e9rie hist\u00f3rica (19,0%) em 2023 e recuou ligeiramente (18,7%) em 2024.<\/p>\n<h4><strong>Aposentadoria lidera entre os rendimentos de outras fontes<\/strong><\/h4>\n<p>Entre as categorias que comp\u00f5em o rendimento proveniente de outras fontes, a aposentadoria e pens\u00e3o manteve-se como maior valor m\u00e9dio em 2024 (R$ 2 528), com pequena oscila\u00e7\u00e3o frente a 2023 (R$ 2 512), mas ainda permanecendo 3,1% abaixo do observado em 2019 (R$ 2 608).<\/p>\n<p>Entre 2023 e 2024, a participa\u00e7\u00e3o da categoria aposentaria e pens\u00e3o recuou de 17,5% para 16,8% na composi\u00e7\u00e3o do rendimento domiciliar\u00a0<em>per capita\u00a0<\/em>, no Pa\u00eds. O rendimento proveniente de aposentadoria e pens\u00e3o apresentou diferen\u00e7as regionais importantes. O Nordeste apresentou a maior participa\u00e7\u00e3o (19,9%), seguido pelo Sul (17,1%) e Sudeste (16,6%). J\u00e1 nas Regi\u00f5es Norte e Centro-Oeste, as participa\u00e7\u00f5es foram de 14,0% e 13,6%, respectivamente<\/p>\n<h4><strong>Desigualdade cai ao menor n\u00edvel desde 2012<\/strong><\/h4>\n<p>Embora ainda permane\u00e7am em patamares bastante elevados, tr\u00eas indicadores que avaliam as desigualdades de rendimento na PNAD Cont\u00ednua ca\u00edram aos menores n\u00edveis da s\u00e9rie hist\u00f3rica, iniciada em 2012. Em 2024, os 10% da popula\u00e7\u00e3o com os rendimentos mais elevados recebiam o equivalente a 13,4 vezes o rendimento dos 40% da popula\u00e7\u00e3o com os menores rendimentos. Essa foi a menor raz\u00e3o da s\u00e9rie hist\u00f3rica, que atingiu seu pico (17,1 vezes) em 2018.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"image-richtext image-inline\" title=\"gini.png\" src=\"https:\/\/agenciagov.ebc.com.br\/noticias\/202505\/gini.png\/@@images\/22779b2b-4e55-4281-921d-232a5e863756.png\" alt=\"gini.png\" data-linktype=\"image\" data-scale=\"large\" data-val=\"1ddaa105a4064580aa1cc7d2e25a8f59\" \/><\/p>\n<p>Para Gustavo, \u201cem 2024, o rendimento m\u00e9dio domiciliar\u00a0<em>per capita\u00a0<\/em>dos 40% da popula\u00e7\u00e3o com menores rendimentos chegou ao maior valor da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Entre os fatores que podem explicar tal crescimento, est\u00e3o o dinamismo do mercado de trabalho nos \u00faltimos anos, com a eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o e o crescimento do rendimento m\u00e9dio do trabalho, inclusive nos d\u00e9cimos mais baixos, bem como os reajustes do sal\u00e1rio m\u00ednimo e o recebimento de benef\u00edcios de diferentes programas sociais do governo\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 o 1% da popula\u00e7\u00e3o com maiores rendimentos recebia o equivalente a 36,2 vezes o rendimento dos 40% com a menor renda. Essa tamb\u00e9m foi a menor raz\u00e3o entre esses dois segmentos, em toda a s\u00e9rie da pesquisa. O auge desse indicador (48,9 vezes) foi atingido em 2019.<\/p>\n<p>Por fim, o \u00edndice de Gini do rendimento mensal real domiciliar\u00a0<em>per capita\u00a0<\/em>tamb\u00e9m chegou ao seu menor n\u00edvel na s\u00e9rie hist\u00f3rica: 0,506. O Gini mais alto da s\u00e9rie (0,545) ocorreu em 2018. Esse indicador mede a concentra\u00e7\u00e3o de renda e varia de 0 (m\u00e1xima igualdade) a 1 (m\u00e1xima desigualdade).<\/p>\n<p>Gustavo destaca que, \u201centre 2023 e 2024, o aumento no rendimento\u00a0<em>per capita\u00a0<\/em>ocorreu com maior intensidade no limite inferior da distribui\u00e7\u00e3o (ou seja, nas classes de menor renda), enquanto no extremo superior das classes de renda, o crescimento do rendimento\u00a0<em>per capita\u00a0<\/em>ficou bem abaixo da m\u00e9dia nacional\u201d.<\/p>\n<h4><strong>Mais sobre a pesquisa<\/strong><\/h4>\n<p>A PNAD Cont\u00ednua: Rendimento de Todas as Fontes (2024) traz dados de rendimentos provenientes de trabalho e de outras fontes, como aposentadoria, pens\u00e3o e programas sociais. Entre os indicadores de destaque, est\u00e3o a massa de rendimento m\u00e9dio mensal real domiciliar per capita, o rendimento m\u00e9dio real de todas as fontes, o rendimento m\u00e9dio de outras fontes e o \u00cdndice de Gini do rendimento m\u00e9dio mensal real domiciliar per capita. H\u00e1 dados para Brasil, grandes regi\u00f5es e unidades da federa\u00e7\u00e3o. Acesse o material de apoio e a publica\u00e7\u00e3o completa para mais informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Fonte: GOV.BR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pnad Cont\u00ednua, divulgada nesta quinta pelo IBGE, mostra avan\u00e7os sociais registrados em 2024 a partir da renda do trabalho. 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