
{"id":30671,"date":"2025-04-17T13:24:20","date_gmt":"2025-04-17T16:24:20","guid":{"rendered":"http:\/\/visaodealagoas.com.br\/home\/?p=30671"},"modified":"2025-04-17T13:24:20","modified_gmt":"2025-04-17T16:24:20","slug":"censo-2022-retrata-melhorias-na-infraestrutura-urbana-no-intervalo-de-uma-decada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/censo-2022-retrata-melhorias-na-infraestrutura-urbana-no-intervalo-de-uma-decada\/","title":{"rendered":"Censo 2022 retrata melhorias na infraestrutura urbana no intervalo de uma d\u00e9cada"},"content":{"rendered":"<p>Na compara\u00e7\u00e3o com o levantamento anterior, de 2010, aumentaram a presen\u00e7a de rampas para cadeirantes e a exist\u00eancia de cal\u00e7adas e vias pavimentadas no Pa\u00eds<\/p>\n<h4><strong>O levantamento das caracter\u00edsticas urban\u00edsticas do entorno dos domic\u00edlios observou nove quesitos relacionados \u00e0 infraestrutura urbana brasileira:<\/strong><\/h4>\n<p class=\"callout\">\u2022Em 2022, das 174,2 milh\u00f5es de pessoas residentes em \u00e1reas com caracter\u00edsticas urbanas no Brasil, 119,9 milh\u00f5es (68,8%) moravam em vias sem rampa para cadeirantes. Em 2010, eram 146,3 milh\u00f5es (95,2%).<br \/>\n\u2022J\u00e1 32,8 milh\u00f5es (18,8%) viviam em vias com cal\u00e7adas livres de obst\u00e1culos, quesito novo do Censo Demogr\u00e1fico 2022.<br \/>\n\u2022Segundo o Censo 2022, 146,4 milh\u00f5es dos moradores (84,0%) viviam em vias com cal\u00e7ada, frente a 102,7 milh\u00f5es (66,4%) em 2010.<br \/>\n\u2022Pontos de \u00f4nibus ou van foram identificados em vias onde moravam 15,3 milh\u00f5es de pessoas (8,8%) e pista sinalizada para bicicletas, onde residem 3,3 milh\u00f5es de pessoas (1,9%).<br \/>\n\u2022Em 2022, pela primeira vez, a estrutura vi\u00e1ria para ve\u00edculos foi retratada atrav\u00e9s do quesito de capacidade m\u00e1xima de circula\u00e7\u00e3o da via: para 158,1 milh\u00f5es de pessoas (90,8%), essa capacidade era de caminh\u00f5es ou \u00f4nibus; 10,5 milh\u00f5es (6,1%), carro ou van; 5,0 milh\u00f5es (2,9%), motocicletas, bicicletas e pedestres.<br \/>\n\u2022O percentual de moradores em vias com ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica no total do pa\u00eds atingiu 97,5% (169,7 milh\u00f5es de moradores). Em 2010, esse percentual havia sido de 95,2% (146,2 milh\u00f5es).<br \/>\n\u2022Cerca de 154,1 milh\u00f5es de moradores (88,5%) vivem em vias pavimentadas.<br \/>\n\u2022A infraestrutura de drenagem representada pela presen\u00e7a do bueiro ou boca de lobo nas vias est\u00e1 presente para 53,7% dos moradores (93,6 milh\u00f5es de habitantes). Em 2010, esse percentual era de 39,3% (60,3 milh\u00f5es).<br \/>\n\u2022Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 arboriza\u00e7\u00e3o, 58,7 milh\u00f5es de pessoas (33,7%) moram em vias sem arboriza\u00e7\u00e3o, enquanto 114,9 milh\u00f5es (66,0%) vivem em vias com presen\u00e7a de \u00e1rvores, sendo que 55,8 milh\u00f5es (32,1%) est\u00e3o em vias com 5 \u00e1rvores ou mais.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Dados do Censo 2022 mostram que, das 174,2 milh\u00f5es de pessoas residentes em \u00e1reas com caracter\u00edsticas urbanas no Brasil, 119,9 milh\u00f5es (68,8%) moram vias sem rampa para cadeirantes. Em 2010, eram 146,3 milh\u00f5es (95,2%) residindo em faces de quadra sem esse equipamento de acessibilidade.<\/p>\n<p>Entre os estados, Mato Grosso do Sul foi o que teve o maior percentual de pessoas residentes em vias com exist\u00eancia desta infraestrutura (41,1%), seguido do Paran\u00e1 (37,3%) e Distrito Federal (30,4%). O menor percentual foi no Amazonas, com 5,6%, acompanhado de Pernambuco (6,2%) e Maranh\u00e3o (6,4%).<\/p>\n<p>Maring\u00e1 se destaca entre os munic\u00edpios com mais de 100 mil habitantes, com 77,3% de seus moradores em vias com rampa para cadeirante, em contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 Itapevi (SP), que registra 1,3% de seus moradores nesta condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es fazem parte do Censo Demogr\u00e1fico 2022: Caracter\u00edsticas Urban\u00edsticas do Entorno dos Domic\u00edlios, divulgado hoje (17) pelo IBGE. O evento ocorrer\u00e1 no audit\u00f3rio da Reitoria da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), localizado na Avenida Lourival Melo Mota, s\/n, Campus Arist\u00f3teles Calazans Sim\u00f5es, no bairro Tabuleiro do Martins, Macei\u00f3 (AL). A divulga\u00e7\u00e3o contar\u00e1 com transmiss\u00e3o pelo portal do IBGE e pelas redes sociais do Instituto.<\/p>\n<p>Os resultados podem ser acessados no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">portal do IBGE\u00a0<\/a>e em plataformas como o\u00a0<a href=\"https:\/\/sidra.ibge.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">SIDRA\u00a0<\/a>, o\u00a0<a href=\"https:\/\/censo2022.ibge.gov.br\/panorama\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Panorama do Censo\u00a0<\/a>e a\u00a0<a href=\"https:\/\/censo2022.ibge.gov.br\/apps\/pgi\/#\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Plataforma Geogr\u00e1fica Interativa (PGI)\u00a0<\/a>, sendo que nesses dois \u00faltimos poder\u00e3o ser visualizados, tamb\u00e9m, por meio de mapas interativos.<\/p>\n<p>O levantamento das caracter\u00edsticas urban\u00edsticas do entorno dos domic\u00edlios observou dez quesitos relacionados \u00e0 capacidade de circula\u00e7\u00e3o e pavimenta\u00e7\u00e3o da via, exist\u00eancia de bueiro ou boca de lobo, ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, ponto de \u00f4nibus ou van, sinaliza\u00e7\u00e3o para bicicletas, cal\u00e7ada ou passeio, obst\u00e1culo na cal\u00e7ada, rampa para cadeirante e arboriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m mostram que 32,8 milh\u00f5es de pessoas residem em vias cal\u00e7adas livres de obst\u00e1culos, equivalente a 18,8% do total da pesquisa, quesito novo no levantamento. Menores percentuais encontram-se no Maranh\u00e3o (4,7%), no Piau\u00ed (4,9%) e no Acre (5,6%). Destaques positivos para Rio Grande do Sul, com 28,7%, Mato Grosso, com 27,4% e S\u00e3o Paulo, com 25,5%.<\/p>\n<p>Santos (SP) \u00e9 o destaque entre os munic\u00edpios com mais de 100 mil habitantes, com 64,5% dos moradores em vias com cal\u00e7adas livres de obst\u00e1culos. Das capitais, a melhor situa\u00e7\u00e3o \u00e9 Porto Alegre (RS), com 46,6%. Bacabal (MA) tem o menor percentual, com 1,0%.<\/p>\n<p>Essas duas caracter\u00edsticas urban\u00edsticas foram verificadas pelos agentes do IBGE quando foi identificada a presen\u00e7a de cal\u00e7ada nas vias, realidade para 146,4 milh\u00f5es dos moradores (84,0%) em 2022, frente a 102,0 milh\u00f5es (66,4%) em 2010. Breves (PA), com 37%, e Camaragibe (PE), com 48,2%, s\u00e3o os munic\u00edpios com mais de 100 mil habitantes com os menores percentuais neste quesito. Das Capitais, Salvador com 56,1% era o menor percentual.<\/p>\n<p>\u201cCabe ressaltar que, para o Censo de 2022, a exist\u00eancia de cal\u00e7ada foi verificada se houvesse ou n\u00e3o pavimenta\u00e7\u00e3o, enquanto em 2010, a contabiliza\u00e7\u00e3o ocorreu se existisse caminho cal\u00e7ado ou pavimentado\u201d, explica Jaison Cervi, Gerente de Pesquisas e Classifica\u00e7\u00f5es Territoriais.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<th>UF<\/th>\n<th>Rampa para cadeirante<\/th>\n<th>Via sinalizada para bicicleta<\/th>\n<th>Cal\u00e7ada \/ Passeio<\/th>\n<th>Obst\u00e1culo na cal\u00e7ada &#8211; N\u00e3o existe<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Mato Grosso do Sul<\/td>\n<td>41,1<\/td>\n<td>1,1<\/td>\n<td>84,1<\/td>\n<td>23,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Paran\u00e1<\/td>\n<td>37,3<\/td>\n<td>1,9<\/td>\n<td>88,1<\/td>\n<td>26,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Distrito Federal<\/td>\n<td>30,4<\/td>\n<td>4,1<\/td>\n<td>92,9<\/td>\n<td>20,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Mato Grosso<\/td>\n<td>22,4<\/td>\n<td>1,4<\/td>\n<td>82,7<\/td>\n<td>27,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Rio Grande do Sul<\/td>\n<td>20,2<\/td>\n<td>1,5<\/td>\n<td>82<\/td>\n<td>28,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Santa Catarina<\/td>\n<td>19,9<\/td>\n<td>5,2<\/td>\n<td>78,1<\/td>\n<td>26,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Sergipe<\/td>\n<td>17,4<\/td>\n<td>2,3<\/td>\n<td>90,3<\/td>\n<td>12<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Goi\u00e1s<\/td>\n<td>16,9<\/td>\n<td>0,9<\/td>\n<td>92,6<\/td>\n<td>21,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Esp\u00edrito Santo<\/td>\n<td>16,6<\/td>\n<td>2,5<\/td>\n<td>79<\/td>\n<td>16,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Roraima<\/td>\n<td>15,5<\/td>\n<td>1,3<\/td>\n<td>60,3<\/td>\n<td>19,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Brasil<\/strong><\/td>\n<td><strong>15,2<\/strong><\/td>\n<td><strong>1,9<\/strong><\/td>\n<td><strong>84<\/strong><\/td>\n<td><strong>18,8<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Amap\u00e1<\/td>\n<td>14,8<\/td>\n<td>3,1<\/td>\n<td>57,1<\/td>\n<td>11,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>S\u00e3o Paulo<\/td>\n<td>14,8<\/td>\n<td>2,2<\/td>\n<td>91,6<\/td>\n<td>25,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Minas Gerais<\/td>\n<td>14,2<\/td>\n<td>0,9<\/td>\n<td>90,3<\/td>\n<td>15,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Rio Grande do Norte<\/td>\n<td>14,1<\/td>\n<td>0,9<\/td>\n<td>86,7<\/td>\n<td>10,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Tocantins<\/td>\n<td>13,3<\/td>\n<td>0,6<\/td>\n<td>84,7<\/td>\n<td>11,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Rond\u00f4nia<\/td>\n<td>12,7<\/td>\n<td>1<\/td>\n<td>68,8<\/td>\n<td>11,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Alagoas<\/td>\n<td>12,0<\/td>\n<td>0,9<\/td>\n<td>85,6<\/td>\n<td>11,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Rio de Janeiro<\/td>\n<td>12,0<\/td>\n<td>2,5<\/td>\n<td>79,4<\/td>\n<td>19,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Acre<\/td>\n<td>10,2<\/td>\n<td>2,9<\/td>\n<td>72<\/td>\n<td>5,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Para\u00edba<\/td>\n<td>9,2<\/td>\n<td>1,5<\/td>\n<td>85,3<\/td>\n<td>10<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Bahia<\/td>\n<td>8,9<\/td>\n<td>1,3<\/td>\n<td>74,4<\/td>\n<td>12,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Piau\u00ed<\/td>\n<td>8,4<\/td>\n<td>1,5<\/td>\n<td>83,1<\/td>\n<td>4,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Cear\u00e1<\/td>\n<td>7,1<\/td>\n<td>3,2<\/td>\n<td>85<\/td>\n<td>10,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Par\u00e1<\/td>\n<td>7,0<\/td>\n<td>2,1<\/td>\n<td>64,8<\/td>\n<td>8,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Maranh\u00e3o<\/td>\n<td>6,4<\/td>\n<td>0,5<\/td>\n<td>77,1<\/td>\n<td>4,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Pernambuco<\/td>\n<td>6,2<\/td>\n<td>1,8<\/td>\n<td>71,2<\/td>\n<td>8,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Amazonas<\/td>\n<td>5,6<\/td>\n<td>0,5<\/td>\n<td>73,8<\/td>\n<td>7,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"5\"><small>Fonte: IBGE &#8211; Censo Demogr\u00e1fico<\/small><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Outro quesito novo pesquisado no levantamento foi a exist\u00eancia de via sinalizada para bicicletas, equipamento urban\u00edstico presente em vias onde residem 3,3 milh\u00f5es de pessoas (1,9%).<\/p>\n<p>Entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o, o \u00edndice mais elevado alcan\u00e7ou 5,2% em Santa Catarina seguido de estados de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds como Distrito Federal (4,1%), Cear\u00e1 (3,2%), Amap\u00e1 (3,1%) e Rio de Janeiro (2,5%), revelando uma diversidade de padr\u00f5es no territ\u00f3rio. O menor percentual levantado pertence ao Maranh\u00e3o e Amazonas, ambos com 0,5%.<\/p>\n<p>Balne\u00e1rio de Cambori\u00fa (SC) tinha o maior percentual neste quesito entre os munic\u00edpios com mais de 100 mil habitantes, com 14,0%, seguido de Florian\u00f3polis e Joinville, tamb\u00e9m de Santa Cantarina, com 12,1% e 11,8%, respectivamente.<\/p>\n<p>\u201cDe forma geral, os percentuais de moradores residindo em vias com sinaliza\u00e7\u00e3o para bicicletas foram significativamente baixos, revelando que a infraestrutura das vias no pa\u00eds ainda \u00e9 muito direcionada para ve\u00edculos automotores\u201d, analisa Cervi.<\/p>\n<p><strong>Capacidade de circula\u00e7\u00e3o das vias e a exist\u00eancia de ponto de \u00f4nibus ou van foram pesquisados pela primeira vez<\/strong><\/p>\n<p>De forma in\u00e9dita, no Censo de 2022, a estrutura vi\u00e1ria para ve\u00edculos foi retratada atrav\u00e9s do quesito de capacidade m\u00e1xima de circula\u00e7\u00e3o da via. Foram contabilizadas 158,1 milh\u00f5es de pessoas (90,8%) que vivem em trechos de logradouros onde \u00e9 poss\u00edvel o fluxo de caminh\u00f5es ou \u00f4nibus. Em todos os estados h\u00e1 um predom\u00ednio desse tipo de via: 98,0% no Tocantins e 76,9% no Amap\u00e1 foram os maiores e menores percentuais encontrados.<\/p>\n<p>Outros 10,5 milh\u00f5es pessoas (6,1%) vivem em trechos com capacidade m\u00e1xima para circula\u00e7\u00e3o de carro ou van. Pernambuco (11,9%), Rio de Janeiro (10,7%) e Bahia (10,0%) s\u00e3o os \u00fanicos estados que tem mais de 10% de seus moradores em trechos de vias com estas caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>\u201cEsta condi\u00e7\u00e3o nestes grandes centros urbanos est\u00e1 associada a relevo acidentado, centros hist\u00f3ricos e a presen\u00e7a de propor\u00e7\u00f5es maiores de moradores vivendo em favelas e comunidades urbanas. Por exemplo, Salvador \u00e9 a capital com menor percentual de moradores em vias com capacidade de circula\u00e7\u00e3o por caminh\u00e3o ou \u00f4nibus, com 63,4%, e maior percentual de moradores em vias com capacidade m\u00e1xima de circula\u00e7\u00e3o por carros e vans, registrando 17,9%\u201d, explica o pesquisador do IBGE.<\/p>\n<p>Por outro lado, Mato Grosso (1,7%), Tocantins (1,8%), Mato Grosso do Sul (1,8%) e Goi\u00e1s (1,9%) s\u00e3o os estados que t\u00eam menos de 2% de seus moradores em vias com estas caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, 5,0 milh\u00f5es de pessoas (2,9%) vivem em trechos de vias onde s\u00f3 era poss\u00edvel a circula\u00e7\u00e3o de motocicletas, bicicletas e pedestres. Apesar de pouco frequente, com percentual abaixo de 3% dos moradores em 18 estados, essa caracter\u00edstica ganha destaque no Amap\u00e1 (15,1%), em Pernambuco (8,4%) e no Amazonas (8,3%).<\/p>\n<p>Outro destaque foi Recife (PE), onde 69,9% de seus moradores vivem em vias onde \u00e9 poss\u00edvel circular com caminh\u00e3o ou \u00f4nibus e 16,1%, 4\u00ba maior percentual do Brasil para cidades com mais de 100 mil habitante, onde era poss\u00edvel circular somente a p\u00e9, de bicicleta ou de motocicleta.<\/p>\n<p>Foram ainda registradas 5.267 pessoas (0,003%) que moram em locais onde a circula\u00e7\u00e3o se dava apenas por meio de transporte aquavi\u00e1rio, quantidade residual ou inexistente em quase todos os estados. O maior percentual encontrado foi no Amazonas, com 0,1%.<\/p>\n<p>A pesquisa do entorno identificou pontos de \u00f4nibus ou van em vias onde moravam 15,3 milh\u00f5es de pessoas (8,8%). Este item de infraestrutura urbana, indicativo da exist\u00eancia de transporte coletivo, tinha uma distribui\u00e7\u00e3o bastante desigual no territ\u00f3rio nacional. Nos estados das regi\u00f5es Sul e Sudeste foram constatadas as maiores propor\u00e7\u00f5es de moradores em vias com estas caracter\u00edsticas, todos com percentuais maiores que 10%, com destaque para o Rio Grande do Sul (14,5%), Santa Catarina (11,9%) e S\u00e3o Paulo (11,8%). Tocantins (1,6%) apresentou a menor propor\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Juiz de Fora (MG), com 48,6%, \u00e9 o munic\u00edpio com mais de 100 mil habitantes que apresenta o maior percentual neste quesito, seguido por Petr\u00f3polis (RJ), com 31,5%. Das capitais, Porto Alegre (RS) liderava com 25%.<\/p>\n<p>\u201cA exist\u00eancia deste transporte cumpre a necessidade de circula\u00e7\u00e3o de pessoas para a realiza\u00e7\u00e3o das atividades sociais, culturais, pol\u00edticas e econ\u00f4micas consideradas necess\u00e1rias na sociedade. \u00c9 importante destacar que, de forma geral, a presen\u00e7a de pontos de \u00f4nibus n\u00e3o acontece em todos os trechos de via\u201d, destaca Filipe Borsani, analista da divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciagov.ebc.com.br\/images\/agenciadenoticias\/ibge\/2025_04\/CENSO-entorno-grafico-01.png\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><strong>Quase metade da popula\u00e7\u00e3o reside em vias sem bueiro ou boca de lobo<\/strong><\/p>\n<p>A infraestrutura de drenagem representada pela presen\u00e7a do bueiro ou boca de lobo nas vias est\u00e1 presente para 53,7% dos moradores (93,6 milh\u00f5es de habitantes). Em 2010, esse percentual era de 39,3% (60,3 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>\u201cBueiros ou bocas de lobo s\u00e3o componentes importantes da infraestrutura urbana, desempenhando fun\u00e7\u00f5es como a drenagem de \u00e1guas pluviais na medida que coletam a \u00e1gua da chuva das ruas e cal\u00e7adas, evitando alagamentos e ac\u00famulo de \u00e1gua que podem causar danos \u00e0 infraestrutura e propriedades\u201d, explica Borsani.<\/p>\n<p>O estado com o maior percentual de moradores em vias com bueiro ou boca de lobo \u00e9 Santa Catarina (85,2%), seguida pelo Paran\u00e1 (83,4%), ambos da Regi\u00e3o Sul, al\u00e9m do Rio de Janeiro (76,7%). No outro extremo est\u00e3o os estados do Piau\u00ed (11,6%), do Rio Grande do Norte (19,2%) e do Cear\u00e1 (20,9%).<\/p>\n<p>\u201cEm que pese o fato de que a diversidade clim\u00e1tica e dos s\u00edtios urbanos interfiram na densidade da presen\u00e7a dos bueiros, chama a aten\u00e7\u00e3o a grande amplitude de varia\u00e7\u00e3o regional: foi de 73,5 pontos percentuais a diferen\u00e7a entre Santa Catarina e o Piau\u00ed\u201d, completa o analista do IBGE Maikon Novaes.<\/p>\n<p>Planaltina (GO) registra 6% de seus moradores em vias com bueiro ou boca de lobo, sendo o menor percentual para os munic\u00edpios com mais de 100 mil habitantes.<\/p>\n<p>O percentual de moradores em vias com ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica no total do pa\u00eds atingiu 97,5 (169,7 milh\u00f5es). Em 2010, esse percentual havia sido de 95,2% (146,2 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>Foi o maior percentual entre os elementos urban\u00edsticos pesquisados e n\u00e3o havia uma varia\u00e7\u00e3o regional significativa neste quesito. Vinte e tr\u00eas estados tiveram uma propor\u00e7\u00e3o de moradores em vias com esta infraestrutura entre 98,9% e 95,7%. Os outros 4 estados flutuaram entre 88,4% e 93,5%.<\/p>\n<p>O munic\u00edpio com mais de 100 mil habitantes com menor percentual \u00e9 Macap\u00e1 (AP), com 88,8% dos moradores em vias com ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, 154,1 milh\u00f5es de moradores (88,5%) vivem em vias pavimentadas, enquanto 19,5 milh\u00f5es viviam em vias n\u00e3o pavimentadas. Apesar de tamb\u00e9m ter sido investigado em 2010, o crit\u00e9rio para exist\u00eancia foi alterado de qualquer tipo de pavimenta\u00e7\u00e3o, mesmo que em pequena parte da via, para pelo menos 50% do trecho, n\u00e3o sendo poss\u00edvel a comparabilidade.<\/p>\n<p>Havia uma diferencia\u00e7\u00e3o regional importante neste quesito, com sete estados com menos 80% de seus moradores de setores selecionados para a pesquisa em vias pavimentadas, incluindo o Par\u00e1 (69,3%), Rond\u00f4nia (70,4%), Amap\u00e1 (71,9%) e Pernambuco (76,3%). Por outro lado, seis estados t\u00eam mais de 90% de seus moradores em vias pavimentas, com destaque para S\u00e3o Paulo (96,0%), Minas Gerais (95,3%), Distrito Federal (94,2%) e Goi\u00e1s (94,0%).<\/p>\n<p>Araruama (SP), com 29%, de seus moradores em vias pavimentadas \u00e9 o munic\u00edpio com mais de 100 mil habitantes com menor propor\u00e7\u00e3o de moradores em vias pavimentadas.<\/p>\n<p><strong>Maioria dos moradores vive em vias com presen\u00e7a pelo menos uma \u00e1rvore<\/strong><\/p>\n<p>Os dados da pesquisa mostram que, no Brasil, h\u00e1 58,7 milh\u00f5es de moradores (33,7%) vivendo em vias sem arboriza\u00e7\u00e3o, enquanto 114,9 milh\u00f5es (66,0%) vivem em vias com presen\u00e7a de \u00e1rvores.<\/p>\n<p>Em termos de densidades de arboriza\u00e7\u00e3o, 35,6 milh\u00f5es das pessoas (20,4%) contabilizadas com presen\u00e7a de \u00e1rvore residem em vias com at\u00e9 2 \u00e1rvores, 23,5 milh\u00f5es (13,5%) em vias com 3 ou 4 \u00e1rvores, enquanto 55,8 milh\u00f5es (32,1%) localizam-se em vias com 5 \u00e1rvores ou mais.<\/p>\n<p>S\u00e3o Jos\u00e9 (SC) \u00e9 o munic\u00edpio com mais de 100 mil habitantes menor percentual de moradores em vias com arboriza\u00e7\u00e3o (15,1%), enquanto Maring\u00e1, o maior (98,6%). Das capitais se destaca Campo Grande (MS), com 91,4%.<\/p>\n<p>\u201cA arboriza\u00e7\u00e3o urbana \u00e9 essencial para a qualidade de vida nas cidades. Ela contribui para o bem-estar dos habitantes, oferecendo diversos benef\u00edcios ambientais, sociais e econ\u00f4micos. A redu\u00e7\u00e3o da temperatura \u00e9 uma consequ\u00eancia importante, diminuindo a incid\u00eancia de ilhas de calor ao longo do tecido urbano. Ao integrar os resultados da pesquisa urban\u00edstica com pr\u00e1ticas de arboriza\u00e7\u00e3o, os munic\u00edpios podem criar ambientes urbanos mais sustent\u00e1veis e agrad\u00e1veis, melhorando a qualidade de vida de seus habitantes\u201d, frisa Novaes<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciagov.ebc.com.br\/images\/agenciadenoticias\/ibge\/2025_04\/CENSO-entorno-grafico-03.png\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p><strong>Popula\u00e7\u00e3o de cor ou ra\u00e7a amarela vive em trechos com melhor infraestrutura urbana<\/strong><\/p>\n<p>Em desagrega\u00e7\u00f5es por cor ou ra\u00e7a, destaca-se que a popula\u00e7\u00e3o que se considera amarela reside em vias com mais capacidade m\u00e1xima de circula\u00e7\u00e3o &#8211; caminh\u00e3o ou \u00f4nibus (95,6%), assim como registra melhor infraestrutura em quase todos os quesitos: via pavimentada (96,3%), bueiro ou boca de lobo (61,8%), ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica (98,8%), pontos de \u00f4nibus (13,5%), via sinalizada para bicicleta (4,2%), presen\u00e7a de cal\u00e7ada ou passeio (94,6%), rampa para cadeirantes (29,6%), arboriza\u00e7\u00e3o (80,0%).<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o branca foi identificada como a segunda com maior oferta de quase todos os elementos pesquisados: via com capacidade m\u00e1xima de circula\u00e7\u00e3o (93,5%), via pavimentada (91,3%), bueiro ou boca de lobo (60,8%), ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica (98,1%), ponto de \u00f4nibus (10,6%), via sinalizada para bicicleta (2,5%), presen\u00e7a de cal\u00e7ada ou passeio (88,2%), rampa para cadeirantes (19,2%) e arboriza\u00e7\u00e3o (70,6%).<\/p>\n<p>Por outro lado, a popula\u00e7\u00e3o que se declarou como preta apresenta percentuais mais baixos em quesitos como ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica (96,8%), via sinalizada para bicicleta (1,4%), presen\u00e7a de cal\u00e7ada ou passeio (79,2%), rampa para cadeirantes (11,1%) e arboriza\u00e7\u00e3o (59,4%).<\/p>\n<p>J\u00e1 a popula\u00e7\u00e3o declarada como parda apresentou percentuais baixos em exist\u00eancia de elementos como via pavimentada, (86,0%) bueiro ou boca de lobo (47,1%) e pontos de \u00f4nibus (7,1%).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciagov.ebc.com.br\/images\/agenciadenoticias\/ibge\/2025_04\/CENSO-entorno-grafico-02.png\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o que se declara como ind\u00edgena, residente em \u00e1reas com caracter\u00edsticas urbanas, apresenta menor percentual de obst\u00e1culos na cal\u00e7ada (52,4%), por\u00e9m, tem o maior percentual de residentes (6,4%) em vias com menor acessibilidade \u2013 capacidade m\u00e1xima de circula\u00e7\u00e3o para motocicletas, bicicletas e pedestres.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, essa popula\u00e7\u00e3o registra os percentuais mais baixos na presen\u00e7a de todos os quesitos levantados pela pesquisa tais como via pavimentada, (72,2%) bueiro ou boca de lobo (36,0%), ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica (90,4%), pontos de \u00f4nibus (4,8%), via sinalizada para bicicleta (1,1%), presen\u00e7a de cal\u00e7ada ou passeio (63,7%), rampa para cadeirantes (9,8%), arboriza\u00e7\u00e3o (58,5%).<\/p>\n<p><strong>Censo 2022 tamb\u00e9m investigou infraestrutura urbana no entorno de diferentes tipos de estabelecimentos, como de sa\u00fade e ensino<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m de estarem no entorno das unidades domiciliares, os elementos urban\u00edsticos tamb\u00e9m s\u00e3o importantes infraestruturas para promover a qualidade de acesso e circula\u00e7\u00e3o a estabelecimentos. O Censo Demogr\u00e1fico 2022 tamb\u00e9m investigou esses elementos para estabelecimentos de ensino, de sa\u00fade e de outras finalidades como com\u00e9rcio, por exemplo.<\/p>\n<p>Destaca-se que todos os estabelecimentos coletados registram alto percentual de ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica: 98,7% (ensino), 99,4% (sa\u00fade) e 98,5% (outras finalidades). Por outro lado, todos t\u00eam percentuais mais baixos de presen\u00e7a de ponto de \u00f4nibus ou van: 16,6% (ensino), 17,7% (sa\u00fade) e 16,4% (outras finalidades).<\/p>\n<p>Estabelecimentos de sa\u00fade s\u00e3o os que apresentam o maior percentual de bueiros (62,6%), enquanto a presen\u00e7a de arboriza\u00e7\u00e3o \u00e9 maior entre os estabelecimentos de ensino e sa\u00fade, 65,3% e 66,2%, respectivamente, contra 60,2% dos estabelecimentos de outras finalidades.<\/p>\n<p>Os de ensino tamb\u00e9m cont\u00e9m maior densidade de arboriza\u00e7\u00e3o (5 ou mais \u00e1rvores) com 35,9%, seguido por sa\u00fade (35,4%), enquanto os estabelecimentos de outras finalidades, apenas 28,8%.<\/p>\n<p>Os resultados mostram presen\u00e7a de cal\u00e7adas para a maioria dos estabelecimentos de sa\u00fade (96,3%). Por\u00e9m, tamb\u00e9m o maior percentual de problemas nestas cal\u00e7adas, pois 45,7% destes estabelecimentos t\u00eam obst\u00e1culos, contra 32,1% (ensino) e 28,2% (outras finalidades).<\/p>\n<p>Por fim, os resultados mostram que menos da metade (47,2%) dos estabelecimentos de sa\u00fade tem rampa para cadeirante, enquanto apenas 31,8% dos estabelecimentos de ensino e 25,0% de outras finalidades apresentam esse elemento presente nas cal\u00e7adas.<\/p>\n<p><strong>Mais sobre a pesquisa<\/strong><\/p>\n<p>Durante o levantamento das caracter\u00edsticas urban\u00edsticas do entorno dos domic\u00edlios, foram pesquisados dez quesitos relacionados \u00e0 capacidade de circula\u00e7\u00e3o e pavimenta\u00e7\u00e3o da via, exist\u00eancia de bueiro ou boca de lobo, ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, ponto de \u00f4nibus ou van, sinaliza\u00e7\u00e3o para bicicletas, cal\u00e7ada ou passeio, obst\u00e1culo na cal\u00e7ada, rampa para cadeirante e arboriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os dados est\u00e3o dispon\u00edveis para recortes geogr\u00e1ficos de Brasil, Grandes Regi\u00f5es, Estados, Munic\u00edpios e outros recortes geogr\u00e1ficos compostos a partir de Munic\u00edpios, como Concentra\u00e7\u00f5es Urbanas. As informa\u00e7\u00f5es foram desagregadas tamb\u00e9m por sexo, cor ou ra\u00e7a e grupos de idade da popula\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de caracter\u00edsticas dos domic\u00edlios.<\/p>\n<p><a class=\"materia-original\" href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-noticias\/2012-agencia-de-noticias\/noticias\/43166-censo-2022-dois-em-cada-tres-brasileiros-moram-em-vias-sem-rampa-para-cadeirantes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Link: https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-noticias\/2012-agencia-de-noticias\/noticias\/43166-censo-2022-dois-em-cada-tres-brasileiros-moram-em-vias-sem-rampa-para-cadeirantes<\/a><\/p>\n<p>Fonte: GOV.BR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na compara\u00e7\u00e3o com o levantamento anterior, de 2010, aumentaram a presen\u00e7a de rampas para cadeirantes e a exist\u00eancia de cal\u00e7adas e vias pavimentadas no Pa\u00eds O levantamento das caracter\u00edsticas urban\u00edsticas do entorno dos domic\u00edlios observou nove quesitos relacionados \u00e0 infraestrutura urbana brasileira: \u2022Em 2022, das 174,2 milh\u00f5es de pessoas residentes em \u00e1reas com caracter\u00edsticas urbanas &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":30672,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[41],"tags":[],"class_list":["post-30671","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-politica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30671","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30671"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30671\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/30672"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30671"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30671"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/visaodealagoas.com.br\/inicio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30671"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}